Dóris lança “Vivências” em uma noite de muito Samba – alegrias e emoções!

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14/06/2022

Dóris lança “Vivências” em uma noite de muito Samba – alegrias e emoções!

Dóris lança “Vivências” em uma noite de muito Samba – alegrias e emoções!

Uma exaltação ao SAMBA! Assim pode-se definir o show de lançamento do EP “Vivências” da cantora Dóris. Em uma noite iluminada, Dóris ao lado da Banda de excelente qualidade, formada por Betinho Moreno, Violão Sete Cordas, Fabrício Cássio, Cavaco, Carlitos Brasil, Percussão, Gilson Junio, Percussão, Ricardo Medeiros, Percussão, Vivi Amaral e Fran Januário, Coro, com participações especiais de Breno Rodrigo, Piano, Solange Caetano, Voz, Nívea Sabino, Intervenção Poética, Valéria Silva e Rogéria, Sambadeiras, proporcionou ao público presente uma verdadeira roda de samba de primeira qualidade.

Vivi Amaral, uma das backing vocals falou sobre sua participação: “Estou muito feliz, a Dóris faz parte da minha trajetória e este samba de hoje foi muito emocionante. A Dóris merece o melhor, ela tem que brilhar e como ela é minha referência, para mim é uma honra estar ao seu lado neste momento. A energia do público estava maravilhosa, os meninos da banda arrasaram, então me sinto muito honrada em fazer parte desta ocasião sublime para a Dóris”.

Já na passagem de som era possível sentir o clima de euforia contagiante entre Dóris e banda e destes com o público. Muito de toda essa pujança energética vibrava em torno da expectativa do primeiro show de lançamento do EP “Vivências”, constituída por quatro belas composições:

“No samba de roda que eu vou”, de João Batera e Dóris, “Gira no gira”, de Solange Caetano, “Negra”, Otacílio de Oliveira Jr e Ricardo dias, “Amor em pauta”, de Carlitos Brasil, uma construção em parceira que Dóris define com o pulsar de sua alma: “O “Vivências” é o resultado de uma construção do “Cantando e contando história de samba” que completou 21 anos e da minha ida em 2018 para o Recôncavo Baiano para estender essa minha pesquisa e conhecer de perto o Samba de Roda e as Sambadeiras do Recôncavo Baiano”.

O show teve início com energia e alto astral sacudindo a galera com os clássicos “Batucada dos nossos tantãs” e “Juízo final”, que bastou para acabar de incendiar o espaço e espantar o frio para fora do bar mais charmoso e aconchegante de BH, o verdadeiro terreiro de samba da capital mineira, o Bar do Cacá, localizado no Bairro São Paulo, à Rua Andiroba, 20, que Vivi Amaral exaltou em sua fala: “Esse espaço é mágico, tem uma energia surreal que contagia a galera presente, que participa com uma vibração emanada do meio do povo, simplesmente sensacional, maravilhoso”.

 

Dóris seguiu cantando sucessos do samba até que entoou sua primeira composição e com “Amor em pauta” na sequência trouxe ao palco a participação de Breno Rodrigo, que agradeceu com “Obrigada Axé!”. Gratidão e fé também foram cantadas, ao lado da convidada Vivi Amaral, em “Onde Deus possa me ouvir”, e com a presença de Nívea Sabino, Dóris apresentou mais uma composição do EP “Vivências”, a belíssima “Negra”.

Esbanjando alegria, simpatia e muita vivacidade, Dóris foi para um intervalo ao som de “A voz do morro” e Samba da Minha terra”. Após duas horas de show uma parada para repor o gás, pois ainda havia muitas surpresas por vir e muita gente boa para passar no palco do Bar do Cacá.

Dóris e banda voltaram enaltecendo a ginga baiana, “Onde o rio é mais baiano” e “Baianidade Nagô”, abriram espaço para as “Sambadeiras” sacudirem suas saias, balançarem seus quadris e emanarem energias ao som de “No samba de roda que eu vou”, mais uma canção que está contida no EP.


 

 

Após a volta triunfante, Dóris entoa “Pra matar o preconceito” e “Zé do Caroço” convida Fran Januário a mostrar toda a “Identidade” negra, em um dueto com Dóris de arrepiar. “Alguém me avisou” que um “Sonho meu” iria arrancar um “Sorriso negro” de Dóris para receber Solange Caetano que, ao seu lado fez o povo presente dançar com “Gira na gira”.

 

 

Com muito axé, samba de roda, participações de alto nível, quem estava presente no Bar do Cacá, pode vivenciar uma bela experiência. Eis que surge uma voz do meio da plateia, era Dona Jandira, que presenteou o público cantando um hino em homenagem ao samba, bastante conhecido e eternizado na interpretação de Alcione, “Não deixe o samba morrer”, e o que se viu foi um coro uníssono acompanhando essa grande musa do samba brasileiro.

 

Uma Dóris emocionada, emanando luz e simpatia encerrou a noite abençoada por Dona Jandira e pelos “Deuses do Samba” que com certeza de onde estiverem também sambaram, cantaram, giraram e vibraram muito com esse belo espetáculo em homenagem a um dos ritmos mais queridos e amados mundo afora, o Samba.

 

Confira mais informações sobre a história de Doris, acesse o link abaixo:

http://www.dorissamba.com.br/

https://www.youtube.com/watch?time_continue=2&v=br82F8Qvp-w&feature=emb_logo

 

 

Por Elmo Sebastião

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https://libertasnews.com.br/

 

 

 

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